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Consultoria para empresa familiar

Consultoria de empresa familiar, aberta em 2018

Somos uma consultoria de empresa familiar, aberta em 2018. Três consultores fixos, todos com mais de quinze anos de estrada em empresa de dono, e nenhum trabalho repassado a terceiros.

A casa é pequena de propósito: três consultores fixos, sem estagiário e sem terceirização. Todos passaram mais de quinze anos dentro de empresas de dono antes de abrir a consultoria — dois na direção industrial, um na área administrativa e financeira.

Atendemos empresas familiares com um fundador ainda ativo e um sucessor já dentro do negócio: metalúrgicas, gráficas, transportadoras e redes de material de construção, de vinte a duzentos funcionários. Trabalhamos em São Gonçalo e nas cidades vizinhas, com visita presencial em toda semana de trabalho.

Cada trabalho é conduzido por um consultor responsável e acompanhado por um segundo, que lê tudo o que é escrito antes de sair. Não pegamos mais de três transições ao mesmo tempo, porque este tipo de trabalho não sobrevive a agenda apertada: a maior parte do avanço acontece em conversas que não podem ser encurtadas.

O método é sempre o mesmo: mapear o que o fundador decide hoje, classificar cada decisão por prazo de transferência, montar um cronograma com datas reais e revisá-lo quatro vezes por ano. Em paralelo escrevemos o acordo de sócios e montamos o conselho que vai acompanhar a passagem.

O que não fazemos: não damos parecer jurídico nem registramos documento; não fazemos contabilidade, imposto ou folha; não ocupamos cargo de direção interina e não assinamos por ninguém; não indicamos fornecedor e não recebemos comissão; e não aceitamos trabalho em que o fundador não participa das reuniões — sem ele na sala, cronograma de transferência não vale o papel.

Duas pessoas sentadas lado a lado diante de um caderno aberto sobre a mesa

Decisão antes de cargo

Mapear o que se decide diz mais sobre a direção do que qualquer organograma.

Data em cada linha

Transferência sem data combinada é intenção, e intenção não muda rotina.

Papel escrito para quem sai

Função nova por escrito evita a decisão tomada por hábito no corredor.

Três transições por vez

Agenda apertada mata este trabalho; por isso a fila é curta e declarada.

Como conduzimos

A transição não é um dia; é uma lista de decisões com dono e data

Anúncio de sucessão feito em uma reunião só costuma render meses de dúvida: a equipe não sabe a quem perguntar e o próprio fundador não sabe o que ainda lhe cabe. Por isso a transição aqui é montada como tabela — decisão por decisão.

EtapaO que fazemosQuem participaQuando
01
Levantamento das decisões

Percorremos a empresa área por área e listamos toda decisão que hoje passa pela direção: compra, contratação, prazo, preço, contrato, reclamação. A lista costuma passar de cem linhas na primeira versão.

Direção e responsáveis de áreaSemanas 1 e 2
02
Classificação por risco e por prazo

Cada decisão recebe uma marca: passa agora, passa em seis meses, passa no fim do ciclo, não passa. A conversa que define essa marca é a parte mais longa do trabalho e a mais útil.

Direção e quem assumeSemana 3
03
Cronograma escrito

As decisões viram um calendário com datas reais. Quem assume sabe o que recebe em cada mês; a equipe sabe a quem perguntar a partir de quando.

ConselhoSemana 4
04
Papel de quem deixa a direção

Sem função escrita, quem saiu continua decidindo por hábito e quem entrou decide por metade. Escrevemos o papel novo: conselho, assuntos específicos, presença combinada.

Família e conselhoSemana 4
05
Acompanhamento das primeiras transferências

Nos meses seguintes revisamos o que passou, o que emperrou e o que precisa de nova data. Cronograma sem revisão volta a ser intenção.

Direção nova e conselhoMeses seguintes
Depoimentos

Quem já passou por uma troca de comando com data escrita

Falas recolhidas ao fim do ano de acompanhamento, publicadas com autorização.

A lista tinha cento e quarenta decisões. Eu achava que tomava umas vinte.
Jairo M. · fundador de uma metalúrgica
Saber em que mês cada assunto viria para mim tirou o improviso do primeiro ano.
Rosalina B. · diretora de uma rede de confeitarias
Meu papel novo está escrito em uma página. Sem isso eu voltaria a decidir por hábito.
Edmundo F. · sócio de uma empresa de irrigação
O texto para a equipe evitou seis meses de gente perguntando a quem perguntar.
Neusa C. · diretora de uma indústria de rações

Está na hora de escrever quem decide o quê a partir de quando

Conte quem dirige hoje, quem deve assumir e o que já foi conversado. Devolvemos por escrito um desenho de cronograma. Para falar agora: +55 21 97006-2422.

Conversar sobre a transição